Juó Bananère

- poeta, barbière i soldato -

Gandidato á Gademia Baolista de Letras


Alexandre Marcondes Machado, vulgo Juó Bananère, foi um curioso poeta paulista que escrevia no patois falado pela colônia italiana do Brás, Bela Vista, Bom Retiro e outros cantos da cidade de São Paulo, nos idos da década de 20. Seus escritos no dialeto macarrônico (em mais de um sentido) foram publicados no periódico humorístico O Pirralho e depois reunidos no livro La Divina Increnca, que teve três edições, a primeira em 1924 pelos Irmãos Marrano, Editores, a segunda, com prefácio de Mário Leite, notas e foto do autor, de 1966 por Folco Masucci e a terceira, comemorativa do centenário da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em 1993, pela própria Escola Politécnica, com nota do diretor. Uma boa parte do material apresentado nestas páginas foi (ou será) digitalizado a partir da edição de 1993, usando um scanner e um programa de reconhecimento óptico de caracteres.

Pedido de Colaboração: Estou à cata de material visual sobre a época Bananeriana (a década de 20). Fotografias de São Paulo nos anos 20 (em domínio público ou com licença grátis para publicar no WWW, claro!) são muito bem vindas.

Agradecimentos:


D'antone Nugnolo, programmatore d'ipertesti Bananeriani