+Palíndromos No tempo em que trabalhava no INPE eu e mais os colegas Berzélius e João Ricardo costumavamos escrever palíndromos. Não sei por que cargas d'água ontem à noite me lembrei disso e acabei parindo alguns.
OVO, PENA DA PATA TAPADA, NÉ, POVO?
O SER DO PODRE SÓ.
A IR A MAR DE PEDRA, MARIA.
LÁ SE DÁ SACO, CASA DE SAL.
ÉSIO FAZER REZA FOI-SE.
LEME DOA PÃO DE MEL.
E.T., ELE MOI OMELETE.
ANTE O ETNA!
A MAÇÃ, AMORAS, A ROMÃ, À CAMA.
E, para acabar, o palíndromo final e definitivo:
ACABA, BABACA!