+Olhe, mamãe, sem a lente! imagem do prédio da FAAP em São José dos Campos Desde que um e-mail me chamou a atenção para a possibilidade de fazer fotografias pelo primitivíssimo método da cammara oscura eu fiquei com uma coceira danada para experimentá-lo. Hoje pela manhã matei a vontade. Furei a tampa de uma velha câmera com a ponta seca de um compasso e a ajuda da lâmina de um canivete (Victorinox puro-sangue), e com a tampa furada fiz as duas fotos que aparecem aqui. Como não tinha a mais vaga idéia de que exposição usar, fiz várias fotos do mesmo assunto, dobrando o tempo de exposição a cada foto. Usei filme Kodak Provia-100, porque foi o mais baratinho que achei. Já que tudo podia dar errado, que não dê também muito prejuízo. Revelado o filme, surpresa, quase todas as imagens apareceram, as melhores as feitas com 4 segundos de exposição. imagem de edifícios residenciais A primeira imagem é o prédio da FAAP, visto da janela de meu apartamento em São José dos Campos. A segunda mostra prédios residenciais, vistos do mesmo ponto, mas em outro azimute. As imagens aparecem meio desfocadas, isso é comum na fotografia pinhole, mas a profundidade de campo é infinita. imagem melhorada do prédio da FAAP em São 
José dos Campos Finalmente resolvi investigar o que aconteceria se filtrasse as imagens por um filtro passa-altas, já que o efeito de convolução da técnica tem caráter passa-baixas. O resultado está aí. Foi divertido. O próximo passo será a pinhole digital!