+Pinochet chega finalmente ao inferno festa em rua de Santiago As portas de Nifheim se abrem, demônios tocam seus clarins e um tapete vermelho se estende para a chegada aos infernos de um dos maiores filhos da puta que este mundo conheceu, o general chileno Augusto Pinhchet. Agora, se há justiça no além, como falta no aquém, ele ficará até a eternidade ouvindo canções de Victor Jara e Violeta Parra tocadas em uma guitarra desafinada pela eternidade em um iPod mágico cujos fones se fundem de forma inseparável a seus ouvidos. Uma pena que os juízes da Câmara dos Lordes inglesa não o tenham deportado para a Espanha, como queria o juiz Baltazar Grazón. Ele teria morrido de forma mais merecida para sua vida de crimes contra a humanidade: apodrecendo em um cárcere espanhol. Pena também que durante a guerra das Falklands (Malvinas, uma banana!) os ingleses não tenham deportado o Capitão Astiz, notório torturador e um dos responsáveis diretos pela morte do pianista brasileiro Tenório Junior, quando o tiveram como prisioneiro de guerra. Vários países, inclusive o Brasil, tem mandados de prisão contra ele.