+Asinus asinum fricat presidentes Bush e Lula A visita do presidente Bush a São Paulo alvoroçou a cidade por conta do desproprocional aparato de segurança. Na mídia fala-se mais da segurança do que das questões que Jorginho Bucho veio tratar: arranjar um jeito de opor Lula (e também Michelle Bachelet e Tabaré Vazquez) a Hugo Chavez, com o álcool brasileiro ao petróleo venezuelano. De concreto, nada de novo, muita galinha, pouco ovo, os EUA não vão baixar a sobretaxa ao álcool brasileiro, pelo menos por enquanto, e a questão de imigrantes ilegais provavelmente nem foi tocada. Ontem houve uma manifestação na Avenida Paulista, juntando o Dia Internacional da Mulher (será que precisa mesmo disso?) e os gritos de "Fora Bush", com direito a cartazes associando a imagem do presidente americano a Hitler, e com pancadaria no fim. Bem, a criançada da esquerda de mentirinha precisa aprender um pouco de história, a única coisa em comum a Bush e Hitler é que ambos foram eleitos democraticamente. Com todos os desmandos de Abu Ghraib e Guantánamo, Bush é pinto perto de Hitler. Aliás, fascista mesmo era Saddam, que arda no mais profundo dos Infernos, cujo partido Baath foi fundado na Síria em 1947 do que restou da França de Vichy. Sobrinho do nazismo, pois. manifestação anti-Bush na Av. Paulista Não tenho qualquer simpatia por Bush, ideologicamente preferia Al Gore e agora torço por Hillary Clinton. Agora, daí para o anti-americanismo irracional vai uma longa distância. Que tal apoiar o Irã, sob o poder de uma teocracia de extrema direita, ou a Coréia do Norte, um estado totalitário, corrupto e inviável sem a chantagem nuclear, ou então os talibãs afegães, que parecem ter saído de um pesadelo medieval (de fato, nem na Idade Média o Islã era assim)? É isso que é ser de esquerda hoje? Se for, prefiro o Companheiro Bucho, que a esta hora deve estar tomando umas boas biritas com o Companheiro Lula. As duas fotos deste artigo foram descaradamante chupadas do sítio da BBC.