+Torcida Corinthiana Politécnica Como não poderia deixar de ser, minha Alma mater, a Escola Politécnica da USP, é um reduto de corinthianos, inclusive este que ora tecla. Graças a uma idéia elaborada pelo meu caro amigo Professor Doutor Guiseppe Giacomo della Croce, Berzélius para os amigos, bolamos dois distintivos para nossa torcida, combinando o ícone da Escola, a deusa Minerva, com os remos do emblema do Corinthians. Resultaram duas propostas: Minerva + remos Minerva dentro do emblema clássico A deusa também era conhecida por Ati-Hannah (de onde veio o nome Atena) pelos fenícios e outros povos semitas, e Neith entre os egípcios. Nos dois casos era uma figura guerreira e sábia, que vencia as lutas mais na base da esperteza do que da força. Ati-Hannah/Atena deveria ser a madroeira dos hackers! É a deusa da malandragem, da sutileza, do blefe. Não é à toa que foi a protetora de Ulisses na sua viagem de volta de Tróia. A sabedoria "honesta" era coisa de Apolo, Atena jogava sujo, ou melhor, empurrava as regras até o limite. Foi uma boa escolha para representar os engenheiros, pois o que fazemos não é exatamente isso? Então o que estamos fazendo é uma união sincrética entre São Jorge, santo guerreiro por excelência, versão cristã de Ogum, de Marte, de Toutatis, com a deusa malandra e guerreira. Força bruta e sutileza juntos! Bomba atômica e kung-fu! Parabellum e capoeira. Corinthians é isso, meu irmão!